riscos causados pelos aguapés


Taxonomia:

Eichhornia crassipes

Reino: Plantae

Filo: Tracheophyta

Divisão: Magnoliophyta

Clado: Angiosperms

Classe: Liliopsida

Ordem: Commelinales

Família: Pontederiaceae

Género: Eichhornia


À gigoga é uma planta aquática, macrófita, flutuante, com caule curto e raízes plumosas e numerosas, suas flores têm cores azuis, lilás e amarelo dispostas em espigas também é chamada de aguapé e Jacinto d’água.



Ela é uma angiosperma monocotiledônea logo produz flores com sementes que podem permanecer vivas por até 15 anos no fundo do corpo d’água.


Possui grande capacidade de reter nutrientes e poluição por isso é considerada uma espécie despoluidora, podem se enraizar no solo se o lençol de água não for profundo.


É encontrada em todo o Brasil e foi disseminada nos trópicos e subtrópicos colonizando vários ambientes diferentes.


Apresenta grande capacidade de colonização de novos ambientes e por isso hoje é encontrada em quase todo o mundo em regiões de clima favorável onde com seu grande crescimento e capacidade de formar super populações aumenta a sua massa em até 15% ao dia.


Reprodução

Sua reprodução pode ser sexuada ou asexuada, à reprodução asexuada é por propagação vegetativa que é rápida e ocorre em lugares mais quentes.


Principalmente em regiões onde o aguapé é nativo ocorre à reprodução sexuada, à planta dá suas flores durante o verão que ficam abertas por cerca de dois dias depois suas sementes caem na água onde podem permanecer vivas por até 15 anos.


Eichhornia crassipes

Importância ecológica

O aguapé possui grande importância ecológica pois é um dos principais produtores primários em ambientes lênticos além de servir de abrigo para várias espécies, pode servir para descontaminar águas contaminadas com esgoto doméstico e industriais.


Riscos ao meio ambiente

É um potencial invasor podendo causar grandes danos ecológicos, por isso hoje ela está entre as 100 plantas invasoras mais perigosas do mundo.


Em contraste com a enorme importância ecológica que possuem em seu ambiente natural, quando introduzidas em regiões por onde ela não é nativa por causa de sua beleza, pode causar sérios danos ambientais, por isso é considerada a mais importante no que diz respeito a plantas aquáticas invasoras.


Com toda a facilidade em colonizar novos ambientes que o aguapé é, um perigo enorme para ecossistemas onde ele não é nativo e não possui inimigos naturais pois tem grande sucesso na competição com outras espécies, o que pode ocasionar em crescimento excessivo dele.


Alguns danos causados por essas plantas são: entupimento de canais, atrapalha a navegação, prejudica a penetração da luz solar na água e assim prejudicando a fotossíntese e consequentemente alterando as propriedade físico-químicas da água, reduzem à concentração de oxigênio na coluna d’água, servem de abrigo para insetos (principalmente as larvas de mosquito), e moluscos transmissores de doenças.


Como combater à gigoga

Quando o ambiente começa à ser muito prejudicado por causa dessas plantas há a necessidade de fazer um controle populacional e mantê-las dentro dos limites benéficos ao meio ambiente.


O controle pode ser feito de três principais maneiras que são o controle biológico, que é feito com a introdução de inimigos naturais, controle mecânico que nada mais é do que à retirada das plantas do ambiente onde estão, e o mais utilizado em todo o mundo que é o controle químico que devido à eficácia, baixo custo e facilidade de aplicação. O principal produto usado no combate é o diquat.


O diquat é um herbicida de plantas daninhas aquáticas que vem sendo muito utilizado para combater o aguapé este herbicida possui baixo custo, eficácia e rapidez no controle destas plantas além de ser pouco tóxico ao ambiente aquático.



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